quinta-feira, 30 de setembro de 2010

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Eu quero encontrar-te no meu coração e dizer que te amo. Tenho o teu cheiro nas minhas mãos e choro quando ele chega ás minhas veias e percebo a falta que me fazes, a falta que me faz o teu amor, como da primeira vez em que me beijaste, como da primeira vez que eu vi um sonho nos teus olhos... Não parei nunca de acreditar que era possível, nunca parei de lutar por aquele bocadinho de "nadas" que nos juntou. Mas estou sem forças. Sinto que chegou a hora de fechar a porta do passado e ser feliz, mas não consigo. E eu tento, eu juro que eu tento, eu tento fazer tudo o que me ensinaste para que o nosso sorriso possa viver, para que ilumine os céus e torne as nossas almas numa só. Mas deixei de acreditar. Deitei a minha vida no teu peito e deixei que a comandasses como nunca fiz para ninguém, porque é assim que o quero. Quero ser feliz à tua maneira, sem te mudar, sem perder o teu cheiro que tanto amo, e que tão boas lembranças me traz. Eu amo-te, é verdade. Mas não sei mais como fazer o que é o mais certo. Nem sei sequer o que é correcto. Estou com uma bomba relógio no lugar do coração. Tic Tic Tic Tic. E faz doer a cabeça, o peito, o meu ser frio e gelado. Quero um café quente e um abraço de manhã, como naquele dia. Quero dois dias, um fim de semana. Quero, quero de mais. (e se tu não quiseres??!) Quero que queiras! Quero um céu alto e uma corda para me prender, me amarrar, me atirar. E perder o pé, e deixar de respirar, deixar de sentir. Deixar de doer.


Gosto de ti. Amo-te muito. Quero-te tanto.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

« Sabes o que me fazia feliz agora? Ser surpreendida pela vida, Ouvir a campainha da porta e receber um ramo de flores. Atender o telefone e ouvir a voz de um amigo que vive do outro lado do mundo, com quem não falo há muito tempo e que julguei ter perdido para sempre. Ir ao correio e receber um postal de um velho conhecido. Ver um filme que me ensine algo de novo e diferente. Aprender uma nova canção. Ler um livro que me aqueça a alma. »
« We'll walk this road together, through the storm
Whatever weather, cold or warm
Just let you know that, you're not alone
Holla if you feel that you've been down the same road »
Eminem - I'm not afraid *

quinta-feira, 23 de setembro de 2010


Forever Young


quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Oh, oh, oh, oh
Sweet child o' mine
Oh, oh, oh, oh
Sweet love of mine
Oh, oh, oh, oh
Sweet child o' mine
Uh, uh, uh, uh
Sweet love of mine

Where do we go
Where do we go now .

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Numa palavra: custa. Custa-me. Custa-me muito. E doí, sabes? Doí saber que talvez não te tenha e que não sejas meu. Doí saber que te posso perder e deixar fugir pelas entrelinhas do meu ser magoado. Estou cansada. Cansada de me deixar levar, triste por não saber. Estupidez reluzente da noite nas tuas costas arranhadas pelo que sentimos. Solidão temporária de tudo aquilo que nos fez e constrói. De tudo aquilo que somos: vida e sorrisos. Sou só nestes metros quadrados de companhia boémia de vida estudantil. Sou eu e os meus elásticos de calção sujos de incertezas e de mentira alegre e descarada, como quem bebe um copo de vinho. Ilusão feliz de ter quem nunca vou ter, crença em tudo aquilo que é importante e se perde. Geração das telenovelas, do mundo de cão e de selva, salvação eterna para aquele que finge. E o poder torna-se do fingidor, da mentira, do inferno gelado de operações de cosmética ao coração. Pinturas, balelas. Sou quem, afinal? Ser comandado pelas ligaduras e tatuagens da sociedade. Ponto.