segunda-feira, 29 de novembro de 2010

I want to live in ibiza
Kiss the night and
embrace the day
I want to live in ibiza
Feel your body and everybody
That's the game we will play »»

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Sagitário: Os nativos de Sagitário traduzem através do beijo o seu imenso desejo de conquista. Procuram explorar o corpo da outra pessoa e desvendar os seus segredos de forma impetuosa e impulsiva. Adoram experimentar as mais loucas aventuras e apreciam beijos surpreendentes e inesperados. Envolvem a outra pessoa de forma sensual e até um tanto “selvagem”, no entanto não se deixam prender facilmente, pois prezam muito a sua liberdade acima de qualquer outra coisa.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010


« Quien puede domar la fuerza del mar
Que se mete por tus venas
Lo caliente del sol que se te metio
Y no te deja quieta nena

Quien puede parar eso que al bailar
Descontrola tus caderas sexy
Y ese fuego que quema por dentro
Y lento te convierte en fiera

Con las manos arriba cintura sola
Da media vuelta y sacude duro
No te quites ahora que esto solo empieza
Doe la cabeza y sacude duro »

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Fala o coração num emaranhado de sublinhados vermelhos que dão erro no dicionário do word . Escrevem-se palavras, frases soltas do mundo dos sentires, parágrafos de emoções numa linguagem desconhecida . Conta-se a amargura do presente numa alegria desconcertante pela passagem que este é para o futuro . Nascem sorrisos, surgem impressões no meio de uma gargalhada no desconhecido que todos os que estão presentes conhecem . Brilha o sol, queima a cabeça, aquece a alma, a nova alma inundada de juventude pulsante prestes a conhecer o mundo numa só pergunta tímida feita naquela mesa engravatada do que nós seremos . Toca a musica, abre-se o compasso num passo apressado pela rua aberta para a vida, para a nossa vida . Corres com o coração, atleta da simpatia e das metas alcançadas, passa um carro que não pára no vermelho que trava fundo e que te faz acordar . Estagnas, olhas e continuas . No mesmo passo, no teu passo .

terça-feira, 9 de novembro de 2010



SAGITÁRIO: Espontâneo. Difícil de encontrar, bom quando encontrado. Adora relações duradouras. Tem muito amor para dar. Gosta de estar sozinho. Perde a paciência facilmente. Se estiver mal disposto, deve afastar-se dele. Fica ofendido facilmente e nunca esquece. Ama com todo o coração mas por vezes não mostra isso. Tem muitas fraquezas mas não mostra nenhuma. Pessoa muito privada. Defende os que ama com tudo o que tem. Pode ser infantil, ás vezes. Muito bonito. Muito romântico. Simpático para todos os que conhece. Muito bom no sexo. Querido e engraçado.

« I dreamed a dream in time gone by
When hope was high and life worth living,
I dreamed that love would never die
I dreamed that God would be forgiving.

That I was young and unafraid,
When dreams were made and used and wasted.
There was no ransom to be payed,
No song unsung, no wine untasted.

But the tigers come at night,
With their voices soft as thunder,
As they tear your hope apart
As they turn your dreams to shame

Still I dream he'll come to me
That We will live the years together,
But there are dreams that cannot be
And there are storms we cannot weather.

I had a dream my life would be
So different from this hell I'm living
So different now from what it seemed
Now life has killed the dream I dreamed »

I Dreamed A Dream



Mad World


Quero viajar, quero conhecer, quero saber mais, quero fazer mais, quero ser melhor. Quero divertir-me contigo, com ele, com ela e com os outros. Quero olhar para trás e pensar que valeu a pena tudo isto. Quero sentir a terra, o verde, o azul e o branco. Quero ser e existir. Quero ser plena. Quero ser eu.



E ele bate ( tum tum, tum tum ). Bate descompassado, num ritmo dele, próprio. Conta momentos, histórias, grava silêncios, sabores e cheiros só nossos. É a voz do coração, a porta da felicidade. Ele bate e continua a bater. Pedimos-lhe calma, pedimos mais espaço, tentamos controlá-lo. ( tum tum, tum tum ). O sangue jovem corre, tentamos arduamente respirar. (procura o teu ar, lá no fundo, arranja folgo, a vida é longa). Falta a força ( tum, tum tum). Transpiras vivências, falsidades. Queres sair, correr, cantar, vibrar, sorrir (tum tum, tum tum, tum tum, tum tum). Dá cor, pega no pincel, pinta. Sê rebelde, recorta o mau, cola as memórias. Corre, corre depressa ( tum tum tum tum tum ). Se esperam por ti? Não . Vive, vai vivendo. Vai sorrindo. Uma vez, duas, três. As que te apetecer. Esforça-te. Ele não pára. Não o deixes parar (tum tum, tum tum).

quinta-feira, 4 de novembro de 2010


« Volta para a cama, disse aquela voz interior omnisciente, porque não precisas de saber a derradeira resposta neste momento, às três da manhã de uma quinta-feira de Novembro. Volta para a cama, porque eu amo-te. Volta para a cama porque a única coisa que precisas de fazer para já é descansar e tomar bem conta de ti até saberes a resposta. Volta para a cama para, quando a tempestade voltar, estares suficientemente forte para lidares com ela. E a tempestade está a chegar, minha querida. Mas não esta noite. Portanto, volta para a cama »



« Abraça-me e não me largues, junta o teu rosto ao meu e não o afastes,
dá-me as mãos e não as largues, agarra-me e fica » ♥



terça-feira, 2 de novembro de 2010

Não fales mais, fica calado. Conserva as tuas palavras repetidas no saquinho da vida atribulada, aquele que levas contigo para todo o lado. Aquele pesado que sempre foi o teu escape de criança. Conserva as tuas lágrimas e o cheiro a manhã que trouxe nas mãos. Fica com o plástico aquecido que tenho no dedo, como se tivéssemos uma vida pela frente, como se eu quisesse saber. Pede ao tempo para ser de novo teu cúmplice, pede-lhe que abafe mais uma vez as tuas mentiras, pede-lhe para eu ser mais uma delas. Trata-me como se fosse uma utopia. Deixa-me sair, aos tropeções, como sempre. Deixa-me soltar desta teia de falsos pressupostos, de feridas elegantes, que tu fizeste questão de construir em mais um dos teus jogos de Tetris. Não vou voltar. Livra-me do paradoxo que trago no peito, rasga-me as entranhas, suga-me a alma. Faz-me chorar. Bebe o verdume que me abafa a respiração, deixa-me ir lentamente. Ouve o meu último suspiro de plenitude eterna. Beija-me, proclama a tua última ode, marca o teu sorriso no meu olhar. Adeus, vou partir. Adeus, não vou querer voltar. Adeus, levo-te comigo. Até sempre, para sempre.