quarta-feira, 28 de dezembro de 2011


















Resiliência - capacidade de suportar !



'Colombiana' é mais um filme de Olivier Megaton que decorre em 1992 em Bogotâ, Colômbiao e conta com Zoe Saldana, Michael Vartan e Callum Blue nos principais papeis.
Assista ao trailer e saiba mais aqui!

sábado, 3 de setembro de 2011

"(...) E depois descubro que falas comigo como falas com qualquer outra mulher, ou até mesmo pessoa. Coisa que, independentemente do sofrimento, do tempo, da desilusão, da historia, da vida, das circunstancias, eu nunca consegui. Nem o quero, sabes. Porque tu hás-de ser sempre tu. Mesmo que a vida nos separe definitivamente, tu és... tudo. Foste em tempos um diamante em bruto que eu perdi, e quem te encontrou agora, já não vê isso. Nem mesmo eu. Mas mesmo assim, se há alguém de quem eu fale sempre a chorar é de ti. Pelas memorias, boas e más, e por o que és agora. E digo-o sem quaisquer criticas morais, porque és o que queres, e eu não sou ninguém para te apontar o dedo. Sou apenas a que vive das ilusões daquilo que foste, de tudo o que te fiz, e do que tu me fizeste também."

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Conta-me uma mentira. Duas ou três...
Porque não me dizes que isto foi real?
Diz-me que o céu é amarelo, que a água não
é molhada ou que a areia não é seca...
Porque não dizes que me amas?
Conta-me uma mentira. Duas ou três...

terça-feira, 28 de junho de 2011

Quando eu era criança, não tinha blackberry, nem Wii, nem PS3, ou Xbox. Brincava às
escondidas, à corda, ao stop... Ia pra casa quando escurecia e a minha mãe
não me chamava pelo tlm, só falava: JÁ PRA DENTRO!
Brincava com meus amigos em vez de ficar no chat,
não havia gel antibacteriano e brincávamos na terra!

Que infância linda!

Em suma, já bebi ÁGUA de uma MANGUEIRA e ainda assim SOBREVIVI !

segunda-feira, 20 de junho de 2011

‘’Os desertos são áridos, os músicos de blue são velhos, os peixes vivem na água, os Invernos são frios, as mulheres são frágeis, os animais não sentem amor, as rosas são vermelhas, aprender é complicado, as viagens longas são monótonas e as pessoas responsáveis andam a pé. Outra forma de pensar é possível. ‘’

terça-feira, 31 de maio de 2011

«A morte não é nada
Apenas passei a outro mundo
Dá-me o nome que
Sempre me deste
Fala-me como
Sempre me falaste
Continua rindo com aquilo
Que nos
Fazia rir juntos.
Reza, sorri, pensa em mim,
Reza comigo.
Seca as tuas lágrimas
E se me amas
Não chores mais… »

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Poetic Home

terça-feira, 22 de março de 2011

« Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.

Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada »

Miguel Torga

segunda-feira, 21 de março de 2011

Há momentos em que paramos e pensamos: «hei! Aqui estás tu! Procurei por ti durante tanto tempo!» (L)
Há momentos em que paramos e pensamos: «hei! Aqui estás tu! Procurei por ti durante tanto tempo!» (L)

domingo, 20 de março de 2011

"Pareceu-me que pretendias agradar-me embora não me conhececes. Convenci-me que me havias distinguido entre todas aquelas que estavam comigo. O encantamento que sentias quando estavas a sós comigo.Nunca curti viver à base do quase.Adolescência passa dependência fica o embaraço.Caso eu vencesse o preço era alto demais.Perder tempo com outra coisa quando so tu é que me atrais.Lembras-te quando começamos? Soltaste a voz do meu ouvido.Agora somos só nós, H2O foi o cupido.Nunca esqueço o começo, sei que tavas na TV.Mas sinceramente não sei dizer o que eu vi em ti.A partir daí o meu tempo foi todo teu.Tua origem cresceu, minha origem nasceu.Comecei com poemas, tinha mil temas pa conversas.Quando essas foram feitas já em situações diversas.Não tinha instrumentais mas tinha imaginação.Fui à baixa comprar uma caixa de percussão.Já tinha um teclado emprestado.Comecei os primeiros beats, sem meios, guardei-os.São outros tempos, outros aparelhos (Renovar os velhos tempos).É quando apareces e eu liberto o meu talento.É quando a flor cresce, alguma já tem avanço.24 horas a criar sem descanço.24 anos com espirito aberto.Penso, danço, venço, perco.És complicada, como amor louco.Pouco a pouco dou tudo mas não dás troco.És como a morte, quando junta pessoas e aprefeiçoas o valor.Nunca enjoas, se assim for eu sei que morro de amor.Morro de amor por ti, mas antigamente eu não sabia.Que mesmo sem anatomia és a minha melomania.Na escola, quando escrevia rimas da minha autoria.Nem sonhava que um dia.Minha palavra se iria espalhar em parceria.Eu e tu, vale tudo.(...)"

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011


" (…) Sabes qual é o erro que cometemos sempre? Acreditar que a vida é imutável, que, mal escolhemos um carril, temos de o seguir até ao fim. Contudo, o destino tem muito mais imaginação do que nós... Precisamente quando se pensa que se está num beco sem saída, quando se atinge o cúmulo do desespero, com a velocidade de uma rajada de vento tudo muda, tudo se transforma, e de um momento para o outro damos por nós a viver uma nova vida (...) Tem cuidado contigo. Sempre que à medida que fores crescendo, tiveres vontade de converter as coisas erradas em certas, lembra-te que a primeira revolução a fazer é dentro de nós próprios, a primeira e a mais importante. Lutar por uma ideia sem se ter uma ideia de si próprio é uma das coisas mais perigosas que se pode fazer (...) Lembra-te que uma árvore com muita ramagem e poucas raízes é derrubada à primeira rajada de vento, e que a linfa custa a correr numa árvore com muitas raízes e pouca ramagem. As raízes e os ramos devem crescer de igual modo, deves estar nas coisas e estar sobre as coisas, só assim poderás dar sombra e abrigo, só assim, na estação apropriada, poderás cobrir-te de flores e de frutos. E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não metas por uma ao acaso, senta-te e espera. Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo, e sem deixares que nada te distraia, espera e volta a esperar. Fica quieta, em silêncio, e ouve o teu coração. Quando ele te falar, levanta-te, e vai onde ele te levar (…)"



quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Enquanto gritas à tua mulher, companheira ou namorada, há um homem desejando sussurrar-lhe ao ouvido. Enquanto a humilhas, ofendes e insultas, há um homem cortejando-a e recordando-lhe de que é uma boa mulher. Enquanto lhe bates, há um homem desejando dar-lhe amor. Enquanto a fazes chorar,há um homem que lhe rouba sorrisos *

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

"Há muitos tipos de corações. Há corações pequenos e tímidos, há corações grandes e abertos, há corações onde é preciso meter requerimentos de papel azul e selo de garantia para abrirem as portas e outros cheios de janelas, frescos e arejados. Há corações com trancas, segredos e sistema de alarme que são como cofres de bancos. Corações sombrios e desconfiados, com fechaduras secretas e portas falsas. Corações que parecem simples, mas quando se entra lá dentro, espera-nos o mais perverso dos labirintos. E há corações que são como jardins públicos, onde pessoas de todas as idades podem entrar e descansar. Há corações que são como casas antigas, cheios de mistérios e fantasmas, com jardins secretos e sótãos poeirentos, carregados de memórias e recordações e há corações simples e fáceis de conhecer, descontraídos e leves, sempre em férias como tendas de campismo. Há corações que são como borboletas e voam de um lado para o outro sem parar, numa pressa ansiosa de viver tudo antes que a vida se acabe.

Há corações que são como rosas, caprichosas e cheios de espinhos e outros que são campainhas, simplórios e carentes sempre a chamar por afecto. Há corações que são como girassóis, rodando as suas paixões ao sabor do brilho e da glória e corações como batata-doce, que só crescem e se alimentam se estiverem bem guardados e escondidos debaixo da terra.

Há corações que são como pianos, altivos e majestosos onde só tocam os que possuem a arte de bem seduzir.Há corações incondicionais que vivem tão maravilhados em descobrir a grandeza de outros corações que às vezes se esquecem de si próprios... Há corações estrategas, que batem ao ritmo de esquemas e planos, corações transgressores que vivem para amar clandestinamente e só sabem desejar o proibido e corações conservadores, que só se entregam quando tudo é de acordo com os seus padrões e valores.

Há corações a motor, que vivem só para o trabalho e corações poetas só se alimentam de sonhos e ilusões. Há corações teatrais, para quem a vida é uma comédia ou uma tragédia e corações cinéfilos que registam a beleza de cada momento em frames de paixão.

Há corações de papel, bonitos e frágeis que se amachucam facilmente e desbotam à primeira lágrima, há corações de vidro que quando se estilhaçam nunca mais se recompõem e corações de porcelana que depois de se partirem ainda sabem colar os destroços e começar de novo.

Há corações orientais, espiritualizados e serenos e corações ocidentais ambiciosos, corações britânicos onde tudo é meticulosamente arrumado segundo costumes e convenções, latinos que batem ao som da paixão e da loucura.

Há corações que são como conventos, silenciosos e enclausurados e outros que são como hotéis, onde se paga o amor sem amor, escandalosos e promíscuos. Há corações parasitas, que vivem do afecto dos outros sem nada dar e corações dadores que só são felizes na entrega.

Mas há ainda uma ou outra espécie de corações, os corações hospedeiros que sabem receber e fazem sentir os outros corações como se estivessem em casa, que dão e aceitam amor sem se fixarem, que tratam cada passageiro como se fosse o último, enquanto procuram o coração gémeo, sempre na esperança, secreta e nunca perdida de um dia deixarem de viajar e sossegarem para a vida." ♥♥♥




" Ainda presa nos cobertores, atirou-se para o lado, o corpo bateu nas portas do guarda-fatos que se abriram de par em par e ela rolou para o chão. Batia com as pernas e os braços até conseguir libertar-se. Invadida por nojo, arrastou-se para cima da cama, para o canto, encolheu as pernas contra o peito, não tirou os olhos do monte de edredões, cobertores, à espera de um movimento. Quando houvesse, começaria a gritar. Gritar tanto que todo o prédio viesse a correr com martelos, machados, para bater no monte de cobertores até (...) estar morto "

John Ajvide Lindquist - "Deixa-me entrar"