
" Ainda presa nos cobertores, atirou-se para o lado, o corpo bateu nas portas do guarda-fatos que se abriram de par em par e ela rolou para o chão. Batia com as pernas e os braços até conseguir libertar-se. Invadida por nojo, arrastou-se para cima da cama, para o canto, encolheu as pernas contra o peito, não tirou os olhos do monte de edredões, cobertores, à espera de um movimento. Quando houvesse, começaria a gritar. Gritar tanto que todo o prédio viesse a correr com martelos, machados, para bater no monte de cobertores até (...) estar morto "
John Ajvide Lindquist - "Deixa-me entrar"
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